
Abuso de poder, «Brainrot» e «Gatos na Pirâmide»: a transmissão caótica de Abraham Flores.
Retorno do “macaco mais velho” e mudança para Monterrey
Abraham Flores, conhecido como ElAbrahaham ou o “macaco mais velho”, abre a transmissão explicando que estava há uma semana sem fazer lives porque estava ocupado gravando um vídeo com MrBeast e se mudando para Monterrey. Entre desculpas e piadas com seus “macaquinhos e macaquinhas”, ele comenta que:
- Já está instalado em Monterrey, ainda se adaptando ao clima e fazendo piadas sobre estar “transpirando”.
- Passou um tempo fazendo lives quase que exclusivamente no Twitch por contrato, mas agora volta ao YouTube e cumprimenta novamente a comunidade de ambas as plataformas.
- Esclarece, meio em tom de brincadeira, que se realmente tivesse ganhado um milhão de dólares com MrBeast, talvez não estivesse ali, mas deixa a curiosidade no ar: “pode ser que eu tenha ganhado, pode ser que não, não vou dar spoilers”. Acrescenta que, se ganhar, esse dinheiro será “para a comunidade”.
O tom é o típico de Abraham: muito rápido, muito próximo ao chat, agradecendo assinaturas e doações, mas insistindo que “não é necessário” enquanto brinca com a expectativa do vídeo com MrBeast.
Três canais diários, novas fotos de perfil e o sucesso de Free Fire
Abraham aproveita para explicar as mudanças em seu ecossistema de conteúdo. Ele diz que voltou às suas fotos de perfil antigas porque está “voltando às origens” e porque agora tem uma rotina muito específica:
- Publica vídeos diariamente em três canais ao mesmo tempo:
- Um canal dedicado a Free Fire.
- Um canal dedicado a Fortnite.
- Seu canal principal, onde publica principalmente Roblox e faz lives.
- Conta que tentou publicar um gameplay de Free Fire em um canal “aleatório” que tinha guardado. Sem anunciar em lugar nenhum, o vídeo:
- Alcançou cerca de meio milhão de visualizações.
- Fez com que o canal ganhasse aproximadamente 20.000 inscritos.
- Tem milhares de curtidas, mas o sistema não permite comentários, algo que ele interpreta como um possível bug do YouTube.
Essa experiência reforça sua ideia de que seu público responde mesmo sem promoção direta. Ele narra, rindo de sua própria sorte e brincando com a ideia de que “o YouTube está com bugs” porque não é possível deixar comentários nesse vídeo.
Do “brainrot” do TikTok a MrBeast: convidados, Rubius e Ibai
Uma parte central da transmissão é o relato de sua viagem para gravar com MrBeast e conviver com outros criadores de conteúdo de grande porte. Sem entrar em spoilers específicos do vídeo de MrBeast, Abraham conta sensações e anedotas pessoais:
- Diz abertamente que conheceu Rubius, a quem chama de seu ídolo absoluto e uma espécie de figura paterna em termos de criatividade:
- Afirma que Rubius “participou de mais refeições” com ele do que seu próprio pai, porque o acompanhou durante anos em seus vídeos.
- Confessa que ficou envergonhado por não ter dito tudo o que queria, sentindo que talvez Rubius o tenha visto apenas como “mais um fã”, quando para Abraham ele foi alguém que “mudou sua vida”.
- Menciona que também coincidiu e conviveu com:
- Ibai
- TheGrefg (a quem já conhecia de antes, mas agora em um contexto mais formal e gravado)
- Quackity, com quem tirou fotos e a quem descreve como alguém que quase nunca sorri em fotos, apesar de ser muito enérgico nas lives.
- Marlon, streamer com quem os fãs o comparavam fisicamente desde que cortou o cabelo. Mostra uma foto juntos e brinca que “Deus deve tê-lo feito assim”, tão bonito.
- Também fala sobre Steak, com quem diz ter uma relação mais de camaradas, cumprimentando-se cansados no set.
Embora evite spoilers do projeto de MrBeast, deixa claro que para ele foram “um dos melhores dias de sua vida”, que todos os criadores que ele admirava se mostraram pessoas amáveis e acessíveis, e que até teria “gostado que um deles não gostasse dele” para que não fosse tudo tão perfeito.
Rouba um Brainrot, administradores e segredos com Mono Oaxaco
A transmissão se concentra então em Roblox, especialmente em Rouba um Brainrot, onde Abraham entra no jogo acompanhado de Mono Oaxaco (a quem ele chama de brincadeira de “Mono me dá nojo”):
- Comenta que existe uma comunidade dividida entre aqueles que assistem aos seus vídeos editados e aqueles que acompanham apenas as lives. Ele confirma perguntando o nome de um boneco que aparece em seus outros canais; muitos o reconhecem e outros não.
- Falam sobre a economia interna de Rouba um Brainrot:
- Mono explica que existe uma lista filtrada de quantos brainrots exclusivos existem.
- Menciona o Hless Horman como um dos mais raros: haveria muito poucos exemplares, até menos do que de certos elefantes.
- Comentam que alguns jogadores como Draconite acumulam quantidades enormes de segredos (como elefantes), e que existem novas mecânicas de fusão e troca.
Em seguida, ele passa para o modo de administrador de 99 Noches, onde descobre um conteúdo especial com cinemática, um templo no estilo de Chichén Itzá e uma criatura felina, tudo envolto em ferramentas de administrador, como machados que matam com um golpe. Entre ajustes técnicos, piadas com o chat, nomes absurdos para NPCs e referências ao seu “aura”, Abraham mostra o estilo que o caracteriza: humor rápido, muita interação com a comunidade e uma mistura constante de nostalgia gamer e autoironia.
O estilo de Abraham Flores: comunidade, nostalgia e autoironia
Ao longo da transmissão, é fácil reconhecer o estilo de Abraham Flores, que o tornou uma figura de destaque no streaming em espanhol:
- Linguagem e personagens: ele se refere a si mesmo como “macaco mais velho” e a seu público como “macaquinhos e macaquinhas”, repetindo gírias e jogos de palavras que a comunidade já conhece.
- Proximidade constante: ele lê mensagens de voz que lhe enviam do PlayStation, reage a edições, a imagens aleatórias que as pessoas lhe enviam (como esquilos/capivaras e cachorros) e ri das piadas internas.
- Autoparódia:
- Ele se compara desfavoravelmente a criadores que considera mais bonitos, como Marlon.
- Brinca que seu pai esteve menos presente do que Rubius em sua vida digital.
- Ri de seu próprio “internet peruano” quando há lag.
- Ritmo alto, mas controlado: embora fale sobre três canais diários e múltiplas colaborações, ele também se defende daqueles que reclamam que ele “não faz tantas lives”, lembrando que produz conteúdo diariamente em várias plataformas.
Sua mudança para Monterrey, o peso emocional de conhecer Rubius e participar de um projeto de MrBeast, a gestão de comunidades enormes no Roblox e TikTok, e seu relacionamento com colegas como Mono Oaxaco se entrelaçam em uma única transmissão, onde Abraham mantém a energia, a nostalgia gamer e a autoironia como eixos de sua narrativa.
Resumo final
Nesta transmissão, Abraham Flores combina anúncio pessoal e conteúdo para os fãs: ele retorna após uma semana ocupado entre a mudança para Monterrey e uma viagem importante para gravar com MrBeast e conhecer Rubius, Ibai, Grefg e Quackity. Ele explica seu novo ritmo de três vídeos diários em diferentes canais (Free Fire, Fortnite e Roblox), exibe o sucesso inesperado de um vídeo de Free Fire e reflete sobre o peso emocional que seus ídolos têm em sua vida.
No Roblox, ele se aprofunda primeiro em Rouba um Brainrot junto com Mono Oaxaco, comentando a economia interna do jogo, a raridade de brainrots como Hless Horman e as novas mecânicas de fusão e troca. Em seguida, ele passa para o modo de administrador de 99 Noches, onde descobre um conteúdo especial com cinemática, um templo no estilo de Chichén Itzá e uma criatura felina, tudo envolto em ferramentas de administrador, como machados que matam com um golpe. Entre ajustes técnicos, piadas com o chat, nomes absurdos para NPCs e referências ao seu “aura”, Abraham mostra o estilo que o caracteriza: humor rápido, muita interação com a comunidade e uma mistura constante de nostalgia gamer e autoironia.
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